Vereador posta vídeo no Face se masturbando em escola pública da paraiba: “Foi sem querer […] Todo homem faz isso!”, disse ele

Vídeo causou grande alvoroço na cidade e passou 2h sendo exibido, na página pessoal de Facebook do vereador. A câmara de vereadores emitiu nota re repúdio ao ato e solicitou a abertura de processo de cassação do mandato do vereador.

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Por Caicó na Rota da Notícia

O vereador da cidade de Montadas/PB que fica a 28 km de Campina Grande, Sebastião Costa Silva (PSB) assumiu que era ele que aparece no vídeo, disse que o ato aconteceu dentro de uma sala da escola onde ele estava só e com a porta trancada, não enviou para ninguém e que não sabe manusear bem o aplicativo e acredita ter tocado na tela (touch screen) e feito a filmagem “sem querer”.

Foi um equívoco o que aconteceu! Nem todo mundo tem controle de manusear o aplicativo e eu jamais iria publicar um vídeo para me prejudicar. Não mandei para ninguém. O ato é normal, porque, todo homem faz isso, eu reconheço a falha (por ter feito o vídeo dentro da escola), mas todo mundo que se colocar no meu lugar vai entender. Agora estou sendo vítima das pessoas que estão espalhando esse vídeo“, disse o vereador.

O edil ainda contou que teria participado de um evento no dia anterior e foi ao local para fazer uma limpeza. Sebastião da Costa disse que pretende abrir ações judiciais (processos) contra pessoas que salvaram o vídeo e postaram em outras redes sociais, fazendo uso indevido de sua imagem.

A câmara de vereadores da cidade de Montadas, no agreste paraibano, se pronunciou através do presidente da casa. Cássio Avelino (PSD) disse que, poderá abrir uma sessão extraordinária para apreciar o caso até o fim do ano, já que foi protocolado um requerimento de repúdio a atitude do vereador e feitos pedidos para abertura de processo de cassação de seu mandato.

Os trabalhos da casa, segundo o calendário das sessões ordinárias, terminaram nessa última quarta – feira, dia 20, e para que seja votado um processo de cassação do mandato do vereador, devido ao escândalo acontecido dentro de um órgão público, neste caso, uma escola, poderá ser aberta uma sessão extraordinária, caso contrário os pedidos só entrarão em pauta após o recesso e volta as atividades em fevereiro de 2018.