Júnior Recife reafirma amizade com Emídio Lopes e afasta comentários de que tenha participação no crime

O empresário proprietário do sítio onde Emídio de Ruzão foi morto já foi ouvido pela Polícia Civil

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O assassinato do empresário, Emídio Félix Lopes, de 34 anos, ocorrido na tarde da última sexta-feira (24), segue sem respostas para a motivação, quem participou e como foi tramado. A Polícia Civil está investigando o caso, inclusive, já ouviu o proprietário do Sítio Ponta da Serra (Recife Rancho), conhecido por Júnior Recife e os funcionários do lugar que ouviram o tiro.

Depois de muitos comentários na cidade, o Blog do Sidney Silva entrou em contato por telefone com Júnior Recife, que prontamente nos recebeu e explicou alguns fatos, dentre eles que era amigo íntimo da vítima e sócios em alguns negócios.

Entre as conversas “da rua” ouviu-se falar que Júnior havia ligado para Emídio ir ao sítio em que o ocorreu o crime, para receber um valor financeiro referente a uma dívida.Inicialmente, Júnior Recife confirmou que foi ouvido pela Polícia Civil no mesmo dia do fato, por ser proprietário do sítio em que ocorreu o crime.

“No mesmo dia, nós fomos ouvidos. E outra coisa, Emídio era meu amigo! Era da minha casa, bebia na minha casa, ia pra fazenda. Sempre ligava avisando. Levava as filhas”.

Disse também que Emídio era acostumado a receber valores dos negócios deles na fazenda Ponta da Serra, como também em outros lugares na cidade, pois os mesmos além de sócios eram amigos e que não seria a primeira vez que isso iria acontecer.

Declarou ainda, que na sexta-feira, dia 24, ambos, se falaram várias vezes, inclusive, pessoalmente pela manhã em Caicó e depois por mensagens de aplicativo, como ocorria quase todos os dias.

“No dia do ocorrido, quando Emídio foi para a fazenda eu não tinha chegado ainda, só estavam meus trabalhadores e os mesmos já prestaram seus devidos depoimentos para a autoridade competente”.
(Imagem: Sítio Ponta da Serra, local onde Emídio foi morto. Créditos/Arquivo Blog CRN)
(Imagem: Sítio Ponta da Serra, local onde Emídio foi morto. Créditos/Arquivo Blog CRN)

Ainda Sobre os moradores que estavam na fazenda no momento do crime, Júnior Recife disse que eles ouviram o tiro e fugiram, um para o mato e outro para uma residência, onde ligaram para ele relatando o que estava acontecendo e o mesmo foi para a fazenda.

“Os dois moradores estavam na outra casa da fazenda em um serviço no galpão. Eles viram quando chegou o primeiro carro e, com pouco tempo, outro. Logo, ouviram um tiro e correram com medo. Um correu para o mato e o outro correu para a casa do meu pai, que fica mais embaixo e me ligou dizendo que eu corresse pra fazenda, pois tinha ocorrido um tiro. Fiquei atordoado. Chegaram a dizer até que eu estava baleado, mas, não aconteceu”, disse.

Nessa segunda-feira (27), o delegado Ricardo Brito, que é responsável pela área de Timbaúba dos Batistas, assume a investigação do caso. Os depoimentos colhidos e tudo que foi apurado no local do crime, tanto pela equipe da Delegacia de Plantão como pelos peritos do ITEP, será analisado por ele que passa a presidir o inquérito policial.

De Sidney Silva via Caicó na Rota da Notícia

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