Corpo, que pode ser de jovem afogado na barragem das Oiticicas, é encontrado nesta manhã

HIGOR era pai de um bebê de 8 meses, e estava desparecido desde domingo. Bombeiros chegaram a percorrer 9km nas buscas do corpo do jovem que foi encontrado a 5km de onde pulou. (Veja no mapa)

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Por Caicó na Rota da Notícia

O corpo que pode ser do jovem HIGOR ALVES, de 23 anos natural de Florânia foi encontrado na comunidade Fidalgo no percurso do rio Rio Piranhas. Higor foi vítima de afogamento no último domingo (03), na barragem das Oiticicas que está sendo construída no município de Jucurutu.

Segundo informações o jovem teria pulado duas vezes de cima da parede da barragem – em construção – e alguns populares pediram que o mesmo não pulasse mais, mas mesmo assim ele não deu ovidos e pulou pela terceira vez. Banhistas disseram que ele chegou a emergir (subir) duas vezes e depois afundou e não foi mais visto.

Desde então, uma equipe do Corpo de Bombeiros realizava buscas na tentativa de localizar o corpo. Segundo o capitão LIMA VERDE, as equipes chegaram a percorrer 9 km do percurso do Rio na tentativa de encontrar o corpo do jovem desparecido nas águas do rio.

Para se ter uma ideia, as equipes passaram pelo corpo ontem. De acordo com este mapeamento (imagem abaixo), mas não encontraram. Certamente ainda estava submerso, mas hoje passaríamos novamente por esse local. Não iríamos desistir nunca!”, disse o capitão Lima Verde.

Nesta manhã um senhor de nome WALFREDO, residente no sítio Barra da Oiticica, próximo à localidade, disse que moradores do sítio Fidalgo encontraram o corpo, que parece ser do jovem, a cerca de 5 km do local aonde se afogou no último domingo. Ele está em avançado estado de decomposição.

O Instituto Técnico e Cientifico de Perícia – Itep – foi acionado para comparecer o local e remover o corpo da zona rural da cidade de Jucurutu para a sede do instituto.

Estamos consternados com a família pois, HIGOR era jovem, tinha a vida toda pela frente e era pai de um bebê de oito meses. Fica o alerta a população, para que – nesta época chuvosa – redobrem o cuidado com crianças, idosos e bêbados, como também, evitem locais de risco. Como dizem os mais antigos em relação a cheia dos rios; “A água não tem cabelo!“, ou seja, uma vez dentro não tem em que se segurar.